quarta-feira, setembro 07, 2011

O tempo continua escuro. Aquele cheiro das cidades percorre-me ao longo de todo o caminho. A névoa continua persistente, tapando a pequena vista que ao longo poderia, talvez, denotar uns grandes prédios e árvores a transbordar de solidão. É a nossa pequena cidade. Não deriva de mim nem de ti.
Tento, porventura, encontrar as marcas dos teus sapatos marcadas na terra húmida da chuva mas não os encontro. Talvez esteja demasiado longe e cansada ou a pequena névoa me tenha abafado os olhos.


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