Jim nunca mais vira Stephanie. Assim, apanhara pela primeira vez, o avião para África para dar continuidade ao trabalho que o irmão fizera por lá enquanto que este se encontrava nos seus aposentos.
Orgulhava-se de puder fazer o bem pela humanidade contribuindo para o seu desenvolvimento. As crianças corriam alegres com o pouco que tinham. A guarda era exercida em todo o local, executando os mandos que lhes eram propostos.
"Nem guardara o seu número". Com o acanhamento do almoço do mês anterior que nem disso se lembrara. Nem pedira ao irmão no caso de ouvir certos comentários desfavoráveis ao seu próprio estado. Agora apenas se concentrava naquelas pessoas. Precisavam muito mais do que ele. Eram muito mais vitimizadas no seu dia-a-dia. O telemóvel de Jim enquadrava as horas desde que tinha lá chegado. Uma mensagem acordou-o dos seus pensamentos. "Lembras-te da estagiária com que estiveste há uns tempos? Parte hoje para ai. Confirmam a sua chegada para perto das 17 horas. Abraço. Ass: Peter". Mais uma vez o irmão continuara a persegui-lo com as suas artimanhas de colisão. Ao menos iria voltar a reencontrá-la.
Às 17 horas, sem entender o porquê, encontrá-se junto ao aeroporto de África do Sul. Seria o último voo. Na aterragem começara a ver pessoas a desembarcar recheadas de malas e aproveitamentos do escritório do seu irmão. Uma jovem proporcionou-lhe atenção. Trazia um lenço azul na cabeça cobrindo a parte superior. Era magra. Tinha exatamente os mesmo traços do rosto de Stephanie.
- Olá Jim. Lembra-se de mim? Já não nos vemos à bastante tempo.
Olhara pasmado para a bonita face da mulher.
- Stephanie?
- Sou eu mesmo. Já sei o que está a pensar. É exatamente isso.
Agora, por um momento, percebera a razão de tal desaparecimento. O facto de querer o seu espaço e de saber que poderia criar um impacto nestas pessoas. A equidade de se refugiar no trabalho e não falar de si.
- Lamento.
- Não lamente. Já estou bem. Mas gosto de me sentir bem com os outros. E gosto que os outros se sintam bem comigo. Vim para cá por isso mesmo, para ajudar estas pessoas. Não quero que sofram doenças. E se as sofrerem, quero puder ficar ao lado delas.
Era uma mulher de forças, sem dúvida. Enquadrava-se nas supostas pessoas fiéis a si próprias. As malas cuspiam roupas e acessórios para quem deles necessitasse.
- Eu ajudo-a a levar as malas.
- Obrigada pela atenção.
O facto era que não se lembrara de tal coisa. Sentia as faces rosadas por só agora se aperceber do que se passara com Stephanie. Era nova. E bonita. E estava a recuperar. Ao chegar à cabana dos mantimentos, abraçara as crianças como se destas família se tratasse. O impacto, claro. Eram algo notável de se sentir.

Gostei muito*
ResponderEliminaradorooo!
ResponderEliminargosto e vou seguir :)
ResponderEliminarTambém gostei muito do teu (:
ResponderEliminarVou seguir claro.
Beijinho*
oinnn que querida.
ResponderEliminarGosto do post.
beijinho
Wow muito bonito de se ler, imaginação profunda, palavras muito bem escolhidas. Hoje gostei imenso de ter passado por aqui. Um Beijo :)*
ResponderEliminarGOSTEI BASTANTE ESTA A FICAR INTERESSANTE :)
ResponderEliminargosto mesmo muito *.*
ResponderEliminarparabéns, comecei a ler agora a história e estou a adorar (:
ResponderEliminarsou seguidora *
já agora, se tiveres paciência, dá uma olhadela e comenta o meu blogue (caso te agrade segue, se quiseres) ^^
Gostei :)
ResponderEliminarmaravilhada com o teu blog, é lindo, sigo ♥
ResponderEliminaro meu lindo e este perfeito :)
ResponderEliminarGosto muito :D
ResponderEliminarMuito obrigada :)
ResponderEliminare o teu está perfeito, e que post lindo *.*
segui também :')
gostei :) *
ResponderEliminarAmei. As tuas palavras entram diretamente na cabeça e levamnos a pensar e refletir. Parabéns
ResponderEliminarmt bom o:
ResponderEliminarEscreve maravilhosamente bem, senhora.
ResponderEliminarEscreve maravilhosamente bem, senhora.
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